sexta-feira, 21 de junho de 2013

PROTESTO EM PALMAS - Acordando o Brasil

21/06/2013 00h15 - Atualizado em 21/06/2013 00h15

Protesto reúne 15 mil pessoas nas ruas



de Palmas

Grupo pediu melhorias no transporte e na infraestrutura da cidade.
Policial foi atingido por pedrada na cabeça, mas passa bem.

Monique AlmeidaDo G1, em Palmas

Manifestantes reivindicaram melhorias no transporte e na infraestrutura de Palmas (Foto: Monique Almeida/G1)Manifestantes reivindicaram melhorias no transporte e na infraestrutura de Palmas (Foto: Monique Almeida/G1)
Em Palmas, cerca de 15 mil pessoas participaram de um protesto nesta quinta-feira (20), segundo informações da Polícia Militar. Portando faixas, cartazes e com as faces pintadas ou usando máscaras, elas se reuniram na praça dos Girassóis, no centro da cidade. A primeira manifestação foi em frente ao Palácio Araguaia, sede do governo estadual. No local, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o governador Siqueira Campos e cantaram o hino nacional.
Em seguida, caminharam pela Avenida Juscelino Kubitschek até o gabinete do prefeito de Palmas, Carlos Amastha. Os manifestantes pediram, principalmente, melhorias no transporte público, mas também protestaram contra a aprovação da PEC 37, projeto que propõe a restrição do poder de investigação de órgãos como o Ministério Público; o ato médico; o projeto da chamada ‘cura gay’ e problemas locais como a falta de infraestrutura na cidade.
Os estudantes da Universidade Federal do Tocantins (UFT) participaram em peso da manifestação, reivindicando o fim do monopólio no transporte coletivo público na capital. A estudante de jornalismo Edilene Chaves disse que os estudantes são os mais prejudicados pela péssima qualidade do transporte. “Somos nós que sofremos com esses ônibus lotados e com esse calor, e ainda querem cobrar caro da gente”, reclama.
Manifestantes seguram cartazes durante manifestação em Palmas (Foto: Monique Almeida/G1)Manifestantes seguram cartazes durante protesto
em Palmas (Foto: Monique Almeida/G1)
A assistente social Arlete Ribeiro afirma que foi às ruas para manifestar sua “indignação com a apropriação indevida dos bens públicos, como o auxílio moradia pago aos deputados”.
De acordo com o coronel Messias Lopes, comandante do policiamento da capital, a manifestação foi feita por cidadãos de bem, tanto é que os policiais que acompanharam o protesto não estavam armados. “Não existe bala de borracha, gás lacrimogêneo, spray de pimenta, porque o nosso objetivo é que a manifestação cumpra o seu objetivo principal e que todos voltem para sua casa no final”.
Apesar disso, um policial ficou ferido no protesto quando fazia o bloqueio na rua da casa do governador Siqueira Campos. Ele foi atingido na cabeça por uma pedra e levou três pontos, mas passa bem. Ninguém foi preso.
Fonte: G1 - Palmas
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